segunda-feira, 8 de março de 2010

Hermano Penna parabeniza alunos e o Curta-SE no encerramento da Oficina de Preparação de Elenco para o filme ‘Aos Ventos que Virão’!









Na última noite de encerramento da Oficina de Preparação de Elenco para o filme ‘Aos Ventos que Virão’, o diretor e cineasta, Hermano Penna, elogia os atores participantes e a coordenação das oficinas pela Casa Curta-SE. A oficina foi ministrada pelo paulistano e Preparador de Elenco para Cinema e TV, Sérgio Penna. O evento aconteceu na última sexta (05/03) no Teatro Tobias Barreto com a presença do Produtor Executivo do filme, Farid Tavares, dos participantes e representantes de instituições locais, apoiadores da realização do filme realizado pela produtora Luz XXI.

A oficina, coordenada pela Casa Curta-SE e Luz XXI, contou com a participação de 41 alunos, dentre os quais, 30 atores sergipanos e 11 baianos, que se concentraram entre aulas teóricas e práticas no TTB, desde o dia 22 de fevereiro.

Segundo o diretor e cineasta, Hermano Penna, se diz feliz pelo excelente resultado dos trabalhos teóricos e práticos realizados pelos alunos durante a oficina, além de ter ficado impressionado com o profissionalismo da Casa Curta-SE. Um profissionalismo que ele chama de carinhoso e característico de Sergipe.

“Agradeço e parabenizo a todas as pessoas, apoiadores e parceiros do filme como o Banese, a Secretaria de Comunicação, a SECULT, em especial, o meu colega cineasta, o meu colega de cinema, o Governador de Sergipe, Marcelo Déda. Tenho certeza que se ele continuar nós vamos ver a concretização de uma política audiovisual exemplar para o resto do país sempre respeitando as pessoas que procuram o Estado para fazer as suas produções valorizando assim, os talentos locais”, ressalva Hermano Penna.

Ainda, segundo o diretor, o filme ‘Aos Ventos que Virão’, propicia um encontro e intercâmbio muito importante, jamais podendo haver diferenças e ir sempre em busca do respeito tanto dos novos, quanto dos veteranos talentos. Além de que Sergipe, segundo ele, poderá dar este exemplo para o país.

“Eu fico muito contente por Sergipe estar mantendo uma produção cinematográfica constante criando um movimento interessante aliado ao festival de longas e curtas metragens realizado todo o ano pela Casa Curta-SE, propiciando criar uma história e laço cinematográfico, que as pessoas não podem esquecer. Sergipe é um centro produtor importante no ciclo, do Super 8, por exemplo, e eu já realizei dois filmes aqui e este é o terceiro”, afirma Hermano Penna.

O longa-metragem ‘Aos Ventos que Virão’, narra a história de amor e justiça em meio as transformações sociais vividas no sertão brasileiro nos anos 40 e 50 e contará basicamente com atores de Sergipe, Bahia e Pernambuco. O filme será inteiramente rodado em Sergipe, mais precisamente, no município de Poço Redondo.

Um dos personagens é o cangaceiro ‘Seriema’, que cambaleia na caatinga agreste dentre outras problemáticas vividas pelo personagem. O cangaço, suas formas de ação e sua gente, a força das armas, dentre outras temáticas compõem o enredo do filme.

Para Hermano Penna, é de salutar relevância participar de um filme onde é homogêneo e unânime o envolvimento de todos na construção, desenrolar e execução deste processo.

“Estou sentindo uma forte presença não somente do Estado, mas de intelectuais, estudantes e instituições. Eu sempre quis fazer um filme assim. Sergipe já tem tradição em cinema e tenho certeza que daqui surgirão excelentes profissionais”, conclui Hermano Penna.

'Aos Ventos que Viram' conta com o apoio do Governo do Estado (SECOM e SECULT), do Instituto Banese, Prefeitura de Poço Redondo, Prefeitura de São Cristóvão (SECULT) e da Energisa.

Mais informações do filme ‘Aos Ventos que Virão’ no Centro de Estudos Casa Curta-SE, localizada na Rua Teixeira de Freitas, 175, bairro Salgado Filho, ou pelo telefone (79) 3302-7092. Ou mande um e-mail para operacional@curtase.org.br e acesse o novo site pelo endereço eletrônico www.curtase.org.br e o blog pelo endereço blog.casacurtase.org.br

TEXTO: RENATA OURO - ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO CASA CURTA-SE
FOTOS: DIVULGAÇÃO E RENATA OURO

Alegria e emoção na noite de encerramento da Oficina de Preparação de Elenco para o filme ‘Aos Ventos que Virão’!






Alunos, equipe técnica do filme ‘Aos Ventos que Virão’ e a Casa Curta-SE se confraternizam na última noite de encerramento da Oficina de Preparação de Elenco, ministrada pelo paulistano Sérgio Luiz Penna, que aconteceu ontem (05/03) no Teatro Tobias Barreto com a presença do diretor e cineasta do filme, Hermano Penna, e do Produtor Executivo, Farid Tavares.

A oficina, realizada pela Casa Curta-SE e Luz XXI, contou com a participação de 30 atores sergipanos, dentre eles os consagrados e veteranos, Vieira Neto, Orlando Vieira e Antônio Leite, além de novos e já reconhecidos talentos como os dos atores, César Leite, Diane Veloso e AnaMaria Brazil. Já na turma da Bahia, teve a presença da atriz Andréa Villela.

Desde o dia 22 de fevereiro, os 41 alunos, dos quais 11 baianos, se concentraram entre prática e teoria no Teatro Tobias Barreto, com a carga horária de 176 horas/aula para a turma de sergipanos, e 67 horas/aula para a turma baiana participante da mesma. Já a aula prática aconteceu no último dia 05, onde os alunos puderam vivenciar a ambientação do filme no povoado Feijão, localizado em São Cristóvão (SE). A oficina prossegue até hoje (07/03) no TTB.

Segundo o Preparador de Elenco para Cinema e TV, Sérgio Penna, que já preparou atores globais como Rodrigo Santoro, Caio Blat e Daniel de Oliveira, o grande objetivo da oficina foi trabalhar a todo o momento com a veracidade da interpretação aliando o ambiente interno com o externo, importante para a construção dos personagens e familiarização com a própria história do filme.

“A oficina foi um encontro com a história de Sergipe em meados de 40 e 50 no sertão sergipano e suas respectivas transformações sociais. Os atores, tanto baianos, quanto sergipanos, emprestaram todo o seu imaginário e relação com o lugar, objeto de estudo do filme. Logo no início mostrei um pouco dos filmes que fiz para que os alunos pudessem entender como o trabalho se processa e pudessem me conhecer, juntamente, a minha linguagem e técnica utilizadas”, ressalva o paulistano Sérgio.

De acordo com Sérgio Penna, através dos exercícios teóricos e práticos propostos durante a oficina, ia-se se descobrindo cada ator e seu potencial entrando pouco a pouco no universo dos personagens junto as questões dramáticas do filme gerando um excelente resultado.

“O ambiente externo tem o calor, o chão, as pedras, a poeira, o contato real das pessoas com o ambiente real do filme. Por isso, esta aula prática no povoado Feijão em São Cristóvão (SE), já havia sido proposta. Por isso, fiquei muito feliz em vir a Aracaju e colaborar com um filme tão denso, forte e humano como o do Hermano Penna. Ele é um cineasta que tem os olhos e os ouvidos voltados para o interior do Brasil, sendo de fundamental importância sair do eixo Rio-São Paulo e conhecer outros artistas, pessoas e realidades”, enfatiza Sérgio Penna.

A parceria junto a Casa Curta-SE na realização das oficinas tanto de Produção Executiva, que aconteceu de 04 a 09 de fevereiro, ministrada por Farid Tavares, quanto a de Preparação de Elenco, sob a orientação de Sérgio Penna, agradou muito aos alunos, bem como toda a equipe técnica do filme ‘Aos Ventos que Virão’.

“Eu fui muito bem recebido e senti uma estrutura de produção muito boa por parte da Casa Curta-SE porque é disso que nós precisamos, de condições para se trabalhar e de gente que cuide de toda essa infra-estrutura no que diz respeito a realização de um filme. Estou muito contente porque sem a integração de todos não teríamos chegado a este resultado. Na aula prática, realizada no povoado Feijão em São Cristóvão (SE), por exemplo, podemos dizer que contamos com um mini set de filmagem, apesar de ser apenas um ensaio, contudo sério, mas com vistas para a filmagem”, conclui Sérgio Penna.

A realização desta atividade, no povoado Feijão em São Cristóvão, contou com o apoio da própria Secretaria Municipal de Cultura de São Cristóvão.

Para Farid Tavares, que ministrou a oficina de Produção Executiva, os alunos o surpreenderam por se mostrarem interessados o tempo inteiro e por quererem trabalhar com produção de fato.

“Foi muito legal, um prazer ter feito a oficina e o trabalho da Casa Curta-SE foi magnífico por envolver todos no processo. Contudo, em Sergipe ainda está faltando algo para acontecer cinema de fato aqui. O que está faltando é os cineastas sergipanos e as pessoas que fazem e trabalham com cinema se unirem e brigarem para que o poder público possa dar todas as condições necessárias para uma produção séria e coerente como é o cinema para que tenha de fato uma produção cinematográfica sergipana e adentrar consideravelmente nesse cenário”, ressalta Farid Tavares.

Ainda, segundo Farid Tavares, deveria haver concursos de longas e curtas metragens, além de mais incentivos, já que para ele, o que falta é mais produtos sergipanos feitos por sergipanos e não esperar somente por produções de fora. “Sem isso nunca vai ter cinema em Sergipe”, complementa Farid, Produtor Executivo do filme.

Aluna conta experiência vivida durante a Oficina de Preparação de Elenco

Atriz, cinco anos de profissão e amor a arte de interpretar, integrante dos grupos teatrais sergipanos, ‘Oxente’ de Teatro e do ‘Marionetas de Sergipe’, AnaMaria Brazil, uma das alunas da oficina, já teve a oportunidade de fazer um intercâmbio entre Portugal-Espanha por conta da peça ‘Auto da Barca do Inferno’, fruto da parceria com o Governo do Estado.

Participante do filme ‘O Senhor do Labirinto’, do diretor e cineasta Geraldo Motta, comenta que o viés da oficina com o Sérgio Penna foi totalmente diferente e até agora dentre as opiniões de colegas de profissão, o filme ‘Aos Ventos que Virão’, do diretor e cineasta Hermano Penna, foi a melhor produção da qual já participaram.

“O Sérgio é um divisor de águas e dono de um método próprio e sutil, que faz com que os atores mergulhem dentro de si para que se conheçam melhor. Ninguém ainda sabe qual será o seu personagem, o diferencial desta preparação e produção, é que nós atores mergulhamos, primeiramente, na história do filme. A linha do Hermano Penna é o personagem falando do silêncio. Cinema é muito forte e denso ao mesmo tempo”, enfatiza AnaMaria Brazil.

A atriz diz ter conhecido o diretor Hermano Penna através de um encontro informal juntamente com o Produtor Executivo, Farid Tavares, e a produtora de São Paulo, Ana Cláudia, fruto de um convite da sua amiga e também atriz, Priscila Batista. A partir desse encontro, o Hermano foi conhecendo um pouco mais sobre os artistas, grupos, instituições e trabalhos locais fazendo questão de visitar, juntamente com sua produção, até universidades sergipanas.

“Todo o processo de produção e equipe do filme ‘Aos Ventos que Virão’ está de parabéns juntamente com a Casa Curta-SE, além de termos sido muito bem recebidos por ambos. Esperamos que todos que fizeram a oficina possam ser aproveitados e podemos dizer que estamos aptos a fazer qualquer papel porque com a oficina fomos preparados para tal. Nós atores só temos a agradecer a oportunidade”, conclui AnaMaria Brazil.

'Aos Ventos que Viram' conta com o apoio do Governo do Estado (SECOM e SECULT), do Instituto Banese, Prefeitura de Poço Redondo, Prefeitura de São Cristóvão (SECULT) e da Energisa.

Mais informações do filme ‘Aos Ventos que Virão’ no Centro de Estudos Casa Curta-SE, localizada na Rua Teixeira de Freitas, 175, bairro Salgado Filho, ou pelo telefone (79) 3302-7092. Ou mande um e-mail para operacional@curtase.org.br e acesse o novo site pelo endereço eletrônico www.curtase.org.br e o blog pelo endereço blog.casacurtase.org.br

TEXTO: RENATA OURO - ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO CASA CURTA-SE
FOTOS:RENATA OURO

terça-feira, 2 de março de 2010

Oficina de Preparação de Elenco acontecerá até o próximo sábado!





A Casa Curta-SE, responsável pela produção das oficinas para o filme 'Aos Ventos que Virão', do diretor e cineasta, Hermano Penna, realiza desde o dia 22 de fevereiro no Teatro Tobias Barreto (TTB), a oficina de Preparação de Elenco, dividida em duas turmas, sob a orientação do paulista Sérgio Luiz Penna.

A oficina acontecerá até o dia 06 de março com a participação de 30 atores sergipanos com a carga horária de 176 horas/aula. Já a segunda turma, cuja oficina acontece desde o dia 24 de fevereiro, conta com a participação de 11 atores baianos com a carga horária de 67 horas/aula e prossegue também até o próximo sábado.

As oficinas estão sendo realizadas através da Luz XXI junto com a Casa Curta-SE. Já o filme 'Aos Ventos que Virão' conta com patrocínio do Governo do Estado através do Fundo de Patrocínio da Secretaria de Comunicação e do Instituto Banese.

No início do mês aconteceu na Casa Curta-SE a oficina de Produção Executiva, onde ao final da oficina alguns dos participantes foram selecionados para participarem do filme. A mesma foi ministrada por Farid Tavares, Produtor Executivo do filme.

Mais informações do filme 'Aos Ventos que Virão' no Centro de Estudos Casa Curta-SE, localizada na Rua Teixeira de Freitas, 175, Bairro Salgado Filho. O telefone de contato é o (79) 3302-7092 ou 3041-8563 ou entre em contato pelo operacional@curtase.org.br

Acesse o novo site da Casa Curta-SE, que já se encontra com as inscrições abertas para o Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (CURTA-SE 10), este ano, na sua décima edição. O endereço eletrônico é o http://curtase.org.br e o blog é o blog.casacurtase.org.br

Confira a equipe de Produção das oficinas:

Rosângela Rocha – Coordenação das Oficinas 'Aos Ventos que Virão'

Deyse Rocha e Elma Santos – Produtoras das Oficinas

Edilson Calixto, Pedro Carlos, Thaírys Ferreira e Viviane Oliveira – Assistentes de Produção

TEXTO: RENATA OURO - ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO CASA CURTA-SE
FOTOS: DIVULGAÇÃO

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

LAYSA X EDSSANDRO: AMOR POR CARMEN MIRANDA!










Lαyรα Loяεи 'Diνα & мαεรтяiα', artista performática do mundo do transformismo vivida pelo jornalista e professor Edssandro, tem como deusa e ídola a saudosa e graciosa, Carmen Miranda. Classuda e de natureza sutil, Laysa, tem o dinamismo de Lisa Minnelli aliado a elegância e beleza de Sophia Loren.

Seminários, desfiles, congressos, cerimonial, formaturas, casamentos, debutantes e festas temáticas, boates e espetáculos, são os serviços oferecidos pela ÊNFASE ASSESSORIA/ EVENTOS / SHOWS, sob a coordenação do próprio Edssandro.

Documentários, livros, fotos e objetos pessoais, inclusive, alguns cedidos pelo próprio museu da Carmen Miranda , fazem parte do acervo de Edssandro.

A PEQUENA NOTÁVEL
A cantora e atriz Carmen Miranda nasceu em 09 de fevereiro de 1909, em Marco de Canavezes, Portugal. Com 10 meses, chega ao Rio de Janeiro, com seus pais e sua irmã Olinda, indo morar em São Cristóvão. Passados mais de 50 anos de sua morte, Carmen Miranda sempre irá inspirar inúmeras manifestações artístico-culturais e segmentos diversos da sociedade brasileira e internacional.

O MUSEU

Foi criado oficialmente, em 1956, através de decreto assinado por Francisco Negrão de Lima, Governador do Distrito Federal . Sua inauguração só se deu vinte anos mais tarde, em 05 de agosto de 1976, pelo Governador do Rio de Janeiro Floriano Peixoto Faria Lima.

Instalado no Parque do Flamengo, o prédio circular foi projetado pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy, posteriormente adaptado pelo arquiteto Ulisses Burlemaqui.


A criação do museu foi uma resposta à população e à legião de admiradores, sobretudo estrangeiros, de várias partes do mundo, organizados em inúmeros fãs-clubes, que desejavam um espaço que pudessem perpetuar a memória da cantora, um dos mitos da música popular brasileira.


O acervo possui cerca de tês mil e quinhentas peças, em sua maioria pertences pessoais da artista, doados pela família, após sua morte em 1955, através de sua irmã Aurora Miranda e do viúvo David Alfred Sebastian.


CONTATOS ÊNFASE ASSESSORIA / EVENTOS / SHOWS - 79 - 9817-0861 OU 8834-4135 - laysaloren@hotmail.com - enfase.eventos@hotmail.com

3ª a 6ª feira, das 11h às 17h

Sáb., dom. e feriados, das 13h às 17h

MAIS INFORMAÇÕES: www.funarj.rj.gov.br

TEXTO: RENATA OURO
FOTOS: DIVULGAÇÃO

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

HOMEM-LIVRO: UM SABER, UMA ESCRITA,UM HOMEM E UM ÚNICO DESTINO,O LIVRO!




Tijolo por tijolo, o ex-pedreiro Evando dos Santos construiu um patrimônio cultural inestimável. O legado do sergipano, conhecido como 'Homem-Livro', se espalha por quase 40 bibliotecas que ele fundou em todo o país.

Radicado no Rio de Janeiro (RJ), Evando dos Santos está em Aracaju até o próximo dia 15 fazendo um 'arrastão cultural' em pleno centro da cidade. Hoje, tive a oportunidade e felicidade de reencontrá-lo no centro na companhia da minha amiga e escritora, Jeane Caldas (G. Aguiar). Ele, inclusive, estava distribuindo poemas do ilustre sergipano, Tobias Barreto de Menezes, juntamente com o livro 'Brincando com Adivinhas' da Editora Paulus, onde mais de 40 livros foram doados pela Biblioteca Pública Epifânio Dória. Um ser sábio e simples que ninguém se cansa de entrevistar.


Premiado pela Academia Brasileira de Letras por indicação da escritora Nélida Piñon, o Homem-Livro segue seu trabalho levando o propósito que move a sua vida: incentivar o hábito da leitura, principalmente, nas crianças.

Fundador da biblioteca comunitária Tobias Barreto de Menezes, construída há dez anos na sua própria casa, na Vila da Penha-RJ, e onde até hoje funciona. Com muitas doações que chegaram, ergueu-se a biblioteca que, atualmente, possui um acervo de mais de 40 mil obras, inclusive raras e preciosas.

Ele realmente, tem um trabalho extraordinário e feito de coração. Um homem que com certeza, quem conhece e tem a oportunidade de conhecer, se torna amigo e colaborador do seu legado.
# PARABÉNS A JORNALISTA, LINA DE ALBUQUERQUE, ÁGUIA DO JORNALISMO PAULISTANO, QUE SEMPRE DIVULGA A BIBLIOTECA.

CONTATOS: BIBLIOTECA COMUNITÁRIA TOBIAS BARRETO DE MENEZES - VILA DA PENHA - RIO DE JANEIRO - RJ - EMAIL: bibliotecatobiasbarreto@gmail.com - 21 - 2481-5336 ou 21 - 9494-3495.

TEXTO: RENATA OURO
FOTOS:DIVULGAÇÃO

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

CARAS & CAJUS: O CONTEXTO CULTURAL DE ZÉ PEIXE COMO FACILITADOR DE CONSTRUÇÕES VISUAIS!


O sergipano e querido, Zé Peixe, é comtemplado com mais um projeto, desta vez, intitulado 'Caras e Cajus: o contexto cultural de Zé Peixe como facilitador de construções visuais', projeto de conclusão de curso (TCC) do estudante de Design Gráfico da Universidade Tiradentes (UNIT), Bruno Sousa, que visa a aplicação de 16 placas indicativas ao longo das avenidas Ivo Prado e Rio Branco, além de promover a intervenção em espaço público com o propósito de aproximar Zé ao cotidiano das pessoas.

As placas são de formatos variados devido aos elementos conceituais abordados, como exemplo, uma no formato da janela da casa de Zé Peixe, e do arredondamento encontrado nas escamas e nadadeiras. Um projeto, que segundo Bruno Sousa, poderá se adequar a qualquer personagem ilustre sergipano, como Maria Feliciana, Epiphânio Dória, Mário Jorge, João Sapateiro, dentre outros.

Aos 82 anos, o sergipano José Martins Ribeiro, mais conhecido como Zé Peixe, filho de Nicanor Ribeiro Nunes e Vectúria Martins, nasceu em 05 de janeiro de 1927 em Aracaju. Em 1947, foi admitido como prático pela Marinha, período em que começa a trajetória de vida que o levou a fama e ao reconhecimento em todo o país, inclusive, no exterior. Um ilustre e bravo guerreiro que foi um dos fundadores da Associação de Práticos de Sergipe e até 2007 prestou com maestria serviços à PETROBRAS.

Uma personalidade forte e marcante que já foi entrevistada pelos renomados, Jô Soares e Glória Maria, além de ter sido matéria de destaque de grandes revistas de circulação nacional e internacional.

Outro projeto que glorifica Zé foi o ‘Zé Peixe, o menino do mar’, o glorioso livro infanto-juvenil da professora, artista plástica, ilustradora e escritora, Jeane Caldas, mais conhecida como G. Aguiar. Nascida em Malhada dos Bois (SE), a ex-aluna de um grande mestre da pintura sergipana, Leonardo Alencar, que merecidamente conquistou a sua primeira publicação.

Poesias também se misturam e estão presentes nas placas, confira algumas delas:

1 - 'Nem todo Zé é peixe, nem todo Martins é Zé, mas, todo peixe que se preze, nada e morre por sua maré'.

2 - 'Quando menino já era peixe, desde sempre um homem do mar. José Martins nunca existiu, sempre foi Beira Mar'.

3 - 'Zé é água, porto, rio e maresia; é menino baixinho, o azul e o mito; é peixe, escama e ensolação. Foi Prático a vida toda, foi a própria maré, o navio cargueiro e o sol'.

TEXTO: RENATA OURO
FOTO: DIVULGAÇÃO

terça-feira, 3 de novembro de 2009

FICI encerra e deixa saudades no público
















A 7ª edição do Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI), deixou com gostinho de quero mais o grande público que prestigiou o festival, que prosseguiu até o último domingo (01/11) no Cinemark Jardins.

‘Quem diz que Criança tem Medo de Escuro Nunca esteve neste Festival’ foi o slogan do evento que exibe os melhores e mais premiados filmes infantis do mundo. Brasília, São Paulo e Campinas, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Niterói, e Salvador foram as demais localidades agraciadas com o festival.

Pré-Estréias Internacionais com a exibição dos filmes ‘O Melhor Amigo da Lua’ (Alemanha), ‘Histórias Preciosas’ (Rússia) e ‘O Segredo de Kells’ (Irlanda, França e Bélgica), Sessão de Dublagem ao Vivo, Sessão Anima Mundi, os Melhores do Prix Jeunesse (reunião das melhores produções de TV do mundo realizado pela Fundação Prix Jeunesse, na Alemanha), Músicas Animadas, Sessão Prêmio Brasil de Cinema Infantil – Animação e Ficção, 14x Animação (panorama do cinema infantil no Brasil), Panorama Teen, ‘O Rei e o Pássaro’ (França), fizeram parte do festival.

E ainda, contou com ‘As Aventuras de Azur e Asmar’ (França, Espanha, Itália e Bélgica), ‘As Aventuras do Príncipe Achmed’ (Alemanha), ‘Príncipes e Princesas’ (França), Castelo Rá-Tim-Bum – o Filme dirigido pelo cineasta Cao Hambúrguer, ‘Juro que Vi’ (diversas histórias dos mitos do folclore brasileiro), projeto ‘A Tela na Sala de Aula’, e por fim, a oficina de cinema de animação com a coordenadora, Carina Camurati, compreenderam toda a programação do FICI, que a cada ano atrai pessoas de todas as idades.

Com o apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), através do projeto ‘A Tela na Sala de Aula’, durante o FICI são oferecidos ingressos gratuitos a crianças em situação de risco social e também a alunos da rede pública de ensino, bem como a instituições. Nesta edição, em Aracaju, ainda teve a participação de crianças de Laranjeiras e Estância, municípios pertencentes ao Estado, através do Centro de Estudos Casa Curta-SE, onde mais de sete mil crianças foram beneficiadas com o projeto.

Para Sandra Regina, que foi acompanhada das suas sobrinhas Camila Delfino, 03 anos, e Maria Eduarda, 05 anos, os filmes que passam durante o festival são mais interessantes que os filmes da programação do cinema local. “Eu acho importante este cinema mais alternativo sem o estilo americanizado. Os filmes são mais criativos e percebi que as crianças se empolgam e curtem mais. É uma pena que a programação não possa ficar sempre. As minhas sobrinhas adoraram o filme alemão ‘O Melhor Amigo da Lua’ e querem assistir de novo. Eu sou mais este estilo do que a enlatada e americanizada como ‘Tá Chovendo Hambúrguer’, o mais recente visto pelas minhas sobrinhas e que não encantou muito”.

Já Ana Elisabete, com seus filhos, Ivan Sebastian B. dos Santos, 09 anos, e Ivo S. B. dos Santos, 03 anos, prestigiaram pela primeira vez o evento. “Gostei muito do FICI e adorei a surpresa desta edição, que foi a sessão de dublagem ao vivo. Meus filhos também são fãs do Bob Esponja e Pica-Pau. Com certeza, o festival ficará na saudade e na memória”.

O Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) foi uma realização da Copacabana Filmes e Espaço Z, que contou com o patrocínio do McDonald's, Oi, Dasa, ONS, Cinemark, BNDES, Governo Federal e produção local da Casa Curta-SE.

Mais informações sobre o festival pelos sites: www.festivaldecinemainfantil.com.br, www.cinemark.com.br, ou através do Centro de Estudos Casa Curta-SE, localizada na Rua Teixeira de Freitas, 175, bairro Salgado Filho. O telefone de contato é o 79 - 3302-7092 ou pelo e-mail: fici.curtase@gmail.com

TEXTO: RENATA OURO - EQUIPE DE COMUNICAÇÃO VII FICI - CASA CURTA-SE